Primeira turma em formação
Uma experiência privada, em grupo pequeno, para herdeiros e sucessores de famílias empresárias que ainda estão decidindo onde querem estar: na empresa, fora dela ou num outro papel.
Inscrições de 21 de outubro a 6 de novembro. Início em 11 de novembro. Com Rejane Duarte, conselheira de famílias empresárias.
Escolha a cadeira que mais se parece com o seu momento.
Toque numa cadeira.
Você trabalha na empresa, mas ainda tenta construir um lugar reconhecido pela sua capacidade, e não só pelo sobrenome. Quando propõe algo novo, a conversa vira "aqui quem decide sou eu".
Na Mesa, isso se trabalha nos movimentos Legitimar e Conversar.
Você construiu uma carreira fora e se pergunta qual será sua responsabilidade sobre aquilo que um dia também vai estar sob seus cuidados. Dá para acompanhar, cobrar resultado e somar, sem precisar largar o que construiu.
Na Mesa, isso se trabalha nos movimentos Escolher e Responsabilizar.
Existe a expectativa de que você assuma, e você ainda não sabe se é o futuro que quer. A escolha certa para este ano pode mudar daqui a cinco. O que dá para construir agora é clareza para o próximo passo.
Na Mesa, isso se trabalha nos movimentos Reconhecer e Escolher.
Tem um assunto com seu pai, sua mãe ou um irmão que vem sendo adiado, porque ninguém sabe como começar sem aumentar a tensão. Enquanto ninguém fala, a decisão continua sendo tomada pelo silêncio.
Na Mesa, isso se trabalha no movimento Conversar.
Uma família empresária tem mais de um lugar à mesa. E dá para mudar de lugar ao longo da vida.
Você dirige o dia a dia, como executivo ou gestor da empresa.
Você é dono ou acionista. Não precisa operar, mas precisa entender o negócio para acompanhar os resultados.
Você senta na mesa que orienta e cobra quem faz a gestão, inclusive executivos contratados do mercado.
Você segue sua carreira ou seu negócio, sem abrir mão da responsabilidade sobre o que vai herdar.
Em qualquer um deles, quem vai herdar precisa entender do negócio da família.
A Mesa não é uma sequência de aulas. A cada mês, um movimento na construção do seu lugar.
Olhar para sua história, seu lugar atual e as expectativas que caem sobre você. Separar o que você deseja daquilo que aprendeu que deveria desejar.
Sair da falsa escolha entre assumir a empresa ou abandonar a empresa. Ver os futuros possíveis antes de transformar expectativa em destino.
Querer espaço não garante estar pronto para ocupá-lo. Você identifica as competências, experiências e relações que ainda faltam para ser reconhecido pela sua capacidade de contribuir.
Preparar as conversas reais com pais, irmãos ou sócios. Levar sua opinião para a mesa com fatos e linguagem de negócio, minimizando o risco de uma divergência profissional virar briga de família.
Entender propriedade, governança e patrimônio. Estar fora da gestão não significa estar fora da responsabilidade.
Transformar o que ficou claro em decisões, conversas e um plano para o seu próximo ciclo.
Profundidade individual com a inteligência de um grupo pequeno, escolhido com cuidado.
Antes do primeiro encontro, cada participante faz uma conversa individual de entrada e a Leitura de Capacidade de Futuro® da Próxima Geração. Chego ao grupo sabendo da sua história, das pessoas envolvidas e do que você quer ver diferente em seis meses.
São 12 encontros ao vivo, a cada 15 dias. Em um, trabalhamos o movimento do mês a partir de perguntas, dinâmicas e das situações reais do grupo. No outro, um convidado conta como viveu a própria sucessão, e o grupo discute o caso à luz da sua própria história.
Quando a vida real atravessa o programa ("preciso conversar com meu pai", "surgiu uma proposta de venda", "meu irmão foi escolhido como sucessor"), você pode acionar a Conversa Individual de Travessia.
A Leitura é refeita numa conversa individual de fechamento, e você sai com o seu Plano Pessoal de Capacidade de Futuro®: o lugar que deseja, as conversas necessárias e os próximos movimentos.
Conselheira de famílias empresárias
Há mais de duas décadas acompanha empresas e famílias empresárias em momentos de crescimento, conflito e sucessão. Hoje implanta governança em empresas familiares de médio porte, ao lado de outros conselheiros, e atende famílias na condução de conversas difíceis.
Une a leitura do negócio com a leitura do comportamento: o que fica nas entrelinhas, o boicote que ninguém nomeia, a conversa que vai e volta há anos.
“Na mesa, se discute o CNPJ. Ao sair dali, os CPFs estão livres para serem amados.”
A Mesa começa antes do primeiro encontro. Quem participa é escolhido com cuidado, porque a qualidade das pessoas também faz parte da experiência.
Você responde algumas perguntas sobre o seu contexto e o momento que está vivendo. Leva de 5 a 7 minutos.
Se fizer sentido, a Rejane chama você para conversar: ela conhece seu momento e você conhece a experiência de perto.
Com a aderência confirmada dos dois lados, você recebe o convite para a primeira Mesa.
A inscrição não confirma a vaga. O investimento é apresentado na conversa individual.
A Mesa também é para famílias que querem preparar a próxima geração sem decidir por ela qual lugar ocupar.
Preparar não significa pressionar alguém a suceder. Significa dar condição de entender o negócio, participar das decisões e estar pronto para os diferentes futuros que a família pode viver.
Se você acredita que a experiência faz sentido para alguém da sua família, pode iniciar a conversa por aqui.
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